Praia dos Sonhos
Visão Geral
Pequena praia quase secreta ao lado de Guaecá, acessível por trilha intermediária, com águas cristalinas, muitas pedras e clima de natureza intocada.
A Praia do Sonho, também chamada de Praia dos Sonhos, é uma pequena enseada isolada na Costa Sul, acessada a partir do canto direito de Guaecá e cercada por Mata Atlântica preservada. É considerada uma praia praticamente secreta, frequentada principalmente por moradores, trilheiros e visitantes que buscam contato intenso com a natureza. A faixa de areia é curta e limitada por costões com grandes blocos de pedra, compondo um cenário rústico, com visual de cartão‑postal e sensação de refúgio total.
O acesso mais indicado é por uma trilha de nível intermediário que se inicia no canto direito da Praia do Guaecá. O caminho leva em média 25 a 35 minutos por trecho, com subidas, descidas e pontos em que é preciso firmar bem os pés para evitar escorregões. Por questões de segurança, a recomendação é ir de tênis ou bota de caminhada, levar apenas o essencial em mochila leve e evitar fazer o percurso em dias de chuva ou logo após temporais, quando o solo fica mais liso. Operadoras locais reforçam que o trecho por costões próximos ao mar não deve ser usado como acesso principal, pois as pedras molhadas, a variação da maré e a ausência de rota segura aumentam muito o risco de acidentes.
Ao final da trilha, o visitante encontra uma enseada com areia clara, pedras ao redor e água limpa e cristalina. O mar costuma ter boa transparência, mas, devido à presença de lajes e blocos submersos, o banho exige atenção redobrada, preferencialmente em trechos de fundo arenoso e com mar mais calmo. A área não conta com salva‑vidas fixo, não possui quiosques nem banheiros, e não há abastecimento de água potável, o que reforça o perfil de passeio para quem já está habituado a praias selvagens e sabe planejar bem a ida e a volta.
Por ser pequena e isolada, a Praia do Sonho se mantém silenciosa mesmo em fins de semana de maior movimento. O som predominante é o das ondas batendo nas pedras e do vento na vegetação, e o céu aberto, sem iluminação artificial, oferece um cenário especial para quem permanece até o final da tarde. Diversos relatos de visitantes destacam que, para aproveitar o lugar com segurança, vale seguir a lógica de “bate e volta consciente”: ir em grupo, sair cedo, levar água, comida leve, kit básico de primeiros socorros, saco para recolher todo o lixo e sempre controlar o horário para fazer a trilha de retorno com luz natural.
Destaques
Refúgio selvagem entre mar e mata
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